junho 19, 2026

Corretora oferece álbum da copa grátis para investidores de ouro e dólar

Campanha da Ourominas une ouro físico e câmbio turismo em meio ao avanço do planejamento para viagens e da busca por ativos de reserva de valor

Copa do Mundo 2026, disputada nos Estados Unidos, Canadá e México, já começou a movimentar empresas brasileiras antes mesmo das fases decisivas do torneio. Além de passagens, pacotes turísticos, seguros, produtos licenciados e serviços financeiros ligados a viagens internacionais, o evento também abriu espaço para campanhas que conectam consumo, planejamento financeiro e proteção patrimonial. Em um ambiente de juros elevados, oscilação cambial e incertezas geopolíticas, empresas do setor financeiro passaram a usar o calendário esportivo como oportunidade para aproximar investidores de produtos como moeda estrangeira e ouro físico. Empresas especializadas em ouro também passaram a usar a Copa como gancho para aproximar o investidor de produtos ligados a reserva de valor e proteção patrimonial. É o caso da corretora Ourominas, que lançou uma ação voltada a 2 frentes, ouro físico e câmbio turismo, em um momento em que grandes eventos esportivos aumentam o interesse por viagens internacionais, moedas estrangeiras e ativos de maior segurança.

Para atrair investidores, no ouro físico, a empresa criou uma coleção de cartões temáticos inspirados em 7 seleções, Brasil, Argentina, Alemanha, Espanha, Estados Unidos, França e México. Cada cartão acompanha uma barra de ouro puro 24k, com teor 999, lacrada e certificada. A compra da coleção completa dá direito a um Álbum Oficial da Copa do Mundo, independentemente da gramatura escolhida. A campanha começou em junho segue até 17 de julho. Segundo Olivia Goldstein, CFO da Ourominas, a campanha busca aproximar o investidor da lógica de diversificação por meio do ouro, ativo físico tradicionalmente associado à proteção patrimonial. Para quem investe, o metal costuma ocupar um papel complementar na carteira por ser reconhecido internacionalmente, ter liquidez e preservar valor em momentos de maior instabilidade econômica, inflação, tensão geopolítica ou volatilidade nos mercados. “A Copa ajuda a trazer o tema para uma linguagem mais próxima do consumidor, mas a decisão de investir deve continuar sendo guiada por planejamento, procedência e horizonte financeiro”, afirma Olivia.

De acordo com a CFO da corretora Ourominas, a segurança do ativo reduz a dependência de ativos financeiros sujeitos ao desempenho de empresas, moedas ou governos específicos. A vantagem está em não depender diretamente do desempenho de empresas, governos ou moedas específicas, o que torna o metal uma opção de proteção dentro de carteiras mais equilibradas. Ainda assim, a compra exige cuidados com origem, certificação, liquidez, custos e adequação ao perfil de risco.  “O ouro costuma ganhar relevância justamente quando o investidor busca segurança e previsibilidade em meio a cenários mais incertos. Ele é um ativo físico, com reconhecimento global e histórico de preservação de valor, mas precisa ser entendido dentro de uma estratégia de carteira”, reforça Olivia Goldstein.
A frente de câmbio da campanha acompanha outro efeito esperado em grandes eventos internacionais: o aumento da procura por moedas estrangeiras. Como a Copa será realizada em 3 países, Estados Unidos, Canadá e México, a preparação financeira para a viagem tende a envolver diferentes moedas e maior atenção ao custo do câmbio. Na ação da Ourominas, clientes que comprarem moedas dos países sede podem receber uma Bola Oficial da Copa do Mundo ao atingir os valores mínimos da campanha, US$ 1.000 em dólar americano, CAD$ 1.500 em dólar canadense ou 20.000 pesos mexicanos.

A relação entre Copa e mercado financeiro não se limita ao consumo ligado ao torneio. Eventos globais costumam antecipar decisões de compra, estimular planejamento de viagem e ampliar a busca por produtos que ajudem a reduzir exposição a variações de preço. No caso do câmbio, a compra gradual de moeda pode diminuir o impacto de oscilações repentinas. No caso do ouro, a função é diferente: o ativo entra como reserva de valor e instrumento de diversificação, especialmente para investidores que buscam proteção em um cenário de maior incerteza econômica. “Grandes eventos internacionais fazem o consumidor olhar para câmbio, planejamento e proteção de forma mais concreta. Quem vai viajar precisa organizar moeda estrangeira, mas quem investe também pode aproveitar o momento para revisar a composição da carteira. O ouro não deve ser tratado como aposta de curto prazo, e sim como um ativo que pode trazer equilíbrio, liquidez e segurança patrimonial quando comprado com procedência e dentro do perfil do investidor”, Olivia Goldstein, CFO da corretora Ourominas.


Sobre a Ourominas (OM)

A Ourominas (OM) é uma instituição financeira e distribuidora de títulos e valores mobiliários (DTVM) autorizada pelo Banco Central e credenciada pela CVM. Com uma sólida reputação no mercado, a empresa oferece soluções financeiras diversificadas no mercado de ouro ativo, câmbio de moedas estrangeiras e serviços de consumo industrial. Sua operação é reconhecida por sua seriedade e competência, com foco em qualidade, agilidade e baixos custos operacionais.

A OM foi pioneira na América Latina ao obter as certificações ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001, além de ser a primeira DTVM a conquistar o selo Great Place to Work (GPTW). Com um portfólio flexível e uma estrutura de consultores especializados, atende tanto a grandes investidores quanto a empresas e investidores iniciantes. Localizada em São Paulo, a empresa conta com mais de 100 pontos de atendimento no Brasil e continua a expandir sua presença, sempre inovando e investindo em tecnologia para otimizar os processos e agregar valor aos seus clientes.

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