agosto 9, 2026

Como a Caju quer simplificar a mobilidade de 1,3 milhão de trabalhadores

Fernanda Weiden, CPTO da Caju

Recarga pelo aplicativo da Caju e abastecimento de carro sem reembolso por quilometragem também fazem parte do pacote de lançamentos.

A Caju, empresa de tecnologia para benefícios, despesas e gestão de pessoas, está ampliando seu portfólio de mobilidade com novidades que modernizam a forma como o trabalhador brasileiro se desloca. Depois de validar as funcionalidades em fase de testes, a empresa passa a escalar quatro frentes: o pagamento do transporte público direto na catraca com o próprio cartão Caju, a recarga do vale-transporte com crédito Caju ou Pix, o pagamento do Bilhete Único dentro do aplicativo e o novo cartão-combustível, dentro do produto de despesas corporativas, que permite abastecer diretamente sem necessidade de reembolso por quilometragem por parte da empresa.

Com o pagamento na catraca, já disponível em capitais como São Paulo, Curitiba e Goiânia, o colaborador encosta o cartão de benefícios no validador e embarca, sem precisar de um cartão de transporte à parte. A recarga do vale-transporte, além da opção no próprio aplicativo, também pode ser feita nos guichês, que aceitam crédito. O vale-transporte digital da Caju já está presente em 16 capitais.

Diferente do vale-transporte, que é um benefício do colaborador, o cartão-combustível é uma solução de despesas corporativas. Voltado para carros, motos ou frotas, o cartão funciona com uma categoria restrita a postos de combustível e se integra ao fluxo de adiantamento e prestação de contas que a empresa já usa para outras despesas, permitindo registrar informações como placa do veículo, tipo de combustível e quilometragem rodada.

“Pegamos um dos benefícios mais antigos do país, preso ao papel e à catraca, e levamos essa experiência para dentro do aplicativo, do pagamento à recarga. Agora ampliamos as soluções para mais empresas, incluindo o cartão-combustível, para que cada pessoa se desloque do jeito que faz sentido para a sua rotina, com muito menos burocracia para o RH”, explica Fernanda Weiden, CPTO da Caju.

As novidades se somam a um portfólio de mobilidade que a Caju já opera, incluindo o auxílio-mobilidade flexível — que cobre aplicativos de corrida, posto de gasolina, estacionamento, pedágio e aluguel de carro e bicicleta. Para o RH, há recursos como a roteirização, que calcula o trajeto e o valor de vale-transporte necessário, e a recarga inteligente, que ajusta o valor conforme as ausências.

O movimento acompanha o avanço do benefício no país. Segundo dados da Caju, no primeiro semestre de 2026 as empresas brasileiras aumentaram em 28% o investimento em mobilidade para seus colaboradores em relação ao mesmo período de 2025, e a base de trabalhadores beneficiados cresceu 21% no ano. O crescimento é puxado pela descentralização: nos últimos dois anos, Norte e Nordeste se expandiram mais do que o Sudeste.

Sobre a Caju: em sete anos de existência, a empresa conquistou mais de 65 mil empresas clientes de todos os portes e é utilizada por mais de 1,3 milhão de trabalhadores em todo o Brasil.

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