agosto 31, 2025

De “sempre foi assim” a “podemos evoluir para assim”: a urgência de inovar no ambiente de trabalho.

A frase “sempre foi assim” é comum entre profissionais com muitos anos de empresa. Costuma vir acompanhada de uma justificativa para manter rotinas e processos intactos, mesmo quando o cenário ao redor muda. É uma forma de acomodação que pode parecer segura, mas representa um risco.

Há dez anos, talvez fizesse sentido repetir tarefas do mesmo modo. Hoje, manter o status quo é abrir mão da evolução. O mercado, as tecnologias e, sobretudo, as pessoas mudaram, e quem não acompanha essas transformações perde espaço.

As novas gerações buscam ambientes inovadores, estimulantes e abertos ao aprendizado contínuo. Produtos e serviços que se destacam são justamente aqueles que rompem com o óbvio. Basta observar o mercado de celulares: os aparelhos mantêm funções básicas, mas apostam em design, recursos e experiências cada vez mais criativas para atrair o consumidor.

No ambiente corporativo, inovar não significa abandonar padrões essenciais, como relatórios, procedimentos operacionais (POPs) ou normas documentais. Esses processos devem existir, mas precisam ser revisitados conforme as necessidades mudam. A frase “sempre foi assim” pode e deve ser substituída por “podemos evoluir para assim”.

É preciso atenção especial ao impacto da rotina na saúde dos colaboradores. Cargas excessivas, jornadas repetitivas e ausência de diálogo têm levado ao aumento de casos de burnout, estresse e depressão, especialmente entre os mais jovens.

Ambientes mais acolhedores, dinâmicos e humanos são essenciais para garantir produtividade e bem-estar. Iniciativas simples, como escuta ativa, incentivo à criatividade e flexibilidade, fazem diferença no clima organizacional e nos resultados.

Evoluir profissionalmente e pessoalmente exige abertura para o novo, disposição para aprender e coragem para mudar. Mais do que repetir padrões, é preciso questioná-los, adaptá-los e reinventá-los.

O futuro pertence a quem se adapta e transforma.

Eduarda Alexandra Tecnóloga em Recursos Humanos, com especializações em Psicologia Organizacional, Gestão em Saúde e Administração Hospitalar, além de MBE em Empreendedorismo, Marketing e Finanças. Atualmente, cursa Bacharelado em Administração, unindo sólida formação acadêmica à prática estratégica na gestão de pessoas e negócios.

 

 

 

 

 

 

 

Eduarda Alexandra 

Tecnóloga em Recursos Humanos, com especializações em Psicologia Organizacional, Gestão em Saúde e Administração Hospitalar, além de MBA em Empreendedorismo, Marketing e Finanças. Atualmente, cursa Bacharelado em Administração, unindo sólida formação acadêmica à prática estratégica na gestão de pessoas e negócios.

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