outubro 30, 2026

Empresas do Simples têm até sexta-feira para escolher como recolher IBS e CBS em 2027

Escolha pode afetar créditos, caixa e relações comerciais; Radar da Reforma reúne prazos e mudanças da transição tributária

São Paulo, outubro de 2026 – A transição para o novo sistema tributário brasileiro já exige decisões práticas das empresas. Nesta sexta-feira, 30 de outubro, termina o prazo para que negócios optantes pelo Simples Nacional escolham recolher o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) pelo regime regular no primeiro semestre de 2027. Segundo dados da Receita Federal, até 16 de outubro, já haviam sido registradas 917.331 solicitações de opção pelo regime regular de IBS e CBS.

A escolha não é obrigatória e pode ser cancelada entre 3 de novembro e 20 de dezembro. A decisão pode influenciar aspectos como aproveitamento de créditos tributários, fluxo de caixa e relacionamento comercial com outras empresas, o que exige uma avaliação das características e necessidades de cada negócio.

A mudança faz parte da implementação da Reforma Tributária sobre o consumo, que prevê a substituição gradual de tributos atuais por novos tributos. Com a aproximação de 2027, empresas precisam acompanhar não apenas os prazos, mas também as regulamentações e os impactos das novas regras sobre suas operações.

Nesse contexto, a Smart Online desenvolveu o Radar da Reforma, uma ferramenta de acompanhamento contínuo da transição tributária, que reúne em um único ambiente datas, fontes oficiais, status das mudanças e explicações sobre o que muda e quem é impactado. O material permite acompanhar as atualizações da transição e consultar os principais acontecimentos relacionados à implementação do novo sistema.

“A Reforma ainda está em implementação, mas já começou a exigir decisões concretas das empresas. O risco é tratar 2027 como o ponto de partida e esperar que todas as regras estejam fechadas para agir. A preparação precisa acontecer em paralelo à regulamentação, acompanhando cada prazo e entendendo como ele afeta operação, sistemas e caixa”, afirma Luiz Figueira, CEO da Smart Online.

Além do prazo de outubro, a transição prevê outras etapas que exigirão atenção dos contribuintes, como a implementação gradual dos novos tributos, a adaptação de processos fiscais e sistemas e a evolução de mecanismos como o split payment. O acompanhamento contínuo das atualizações será importante para que as empresas possam se preparar para as mudanças e avaliar suas decisões ao longo da implementação.

O Radar da Reforma está disponível para consulta em: https://smartonline.app/materiais/radar-da-reforma/

Sobre a Smart Online: A Smart Online é uma empresa brasileira de tecnologia que opera a infraestrutura fiscal e tributária de grandes operações digitais. Sua plataforma conecta documentos fiscais, pagamentos de tributos e gestão tributária em escala, ajudando empresas a crescer com mais eficiência, controle e segurança em um ambiente de alta complexidade regulatória. Ao automatizar processos críticos da operação, a Smart reduz atividades manuais, aumenta a rastreabilidade das informações e transforma a camada fiscal em uma infraestrutura capaz de acompanhar o crescimento do negócio. Saiba mais: https://smartonline.app/

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