agosto 6, 2026

FCamara une gestão de talentos e risco compartilhado em novo modelo para o mercado financeiro

Squads por performance atrelam a remuneração a resultados e respondem à frustração das empresas com o simples fornecimento de profissionais

São Paulo, agosto de 2026 — O mercado financeiro vive uma transformação na forma como contrata tecnologia. Diante da pressão por eficiência e da necessidade de entregar projetos cada vez mais rapidamente, bancos, fintechs e seguradoras buscam parceiros que superem a simples alocação de profissionais. Atenta a esse movimento, a FCamara, ecossistema de tecnologia e inovação, anuncia o lançamento de um novo modelo voltado ao setor: squads por performance que combinam gestão ativa de talentos, inteligência artificial (IA) e remuneração relacionada a resultados, incluindo a possibilidade de a companhia compartilhar o risco da entrega com o cliente.

Segundo Ricardo Zanini, diretor executivo da unidade de finanças e seguros da FCamara, o segmento amadureceu e começou a cobrar mais das consultorias. “O mercado financeiro não quer mais somente empregar mão de obra técnica — deseja um parceiro comprometido com o resultado. Por isso, colocamos nossa própria pele em jogo: atrelamos parte da nossa remuneração à entrega e dividimos o risco com o cliente”, explica.

O modelo nasce de uma dor recorrente no setor: muitas empresas que terceirizam equipes de tecnologia veem esses profissionais perderem engajamento e pararem de evoluir ao longo do contrato, enquanto líderes internos gastam tempo gerenciando recursos externos em vez de focar no negócio. Para responder a isso, a primeira frente do modelo — a alocação com gestão — vai além de disponibilizar profissionais: a FCamara assume o acompanhamento contínuo de cada talento com indicadores individuais, plano de desenvolvimento e checkpoints de evolução potencializados pela IA.

A segunda frente é o compartilhamento de risco: a FCamara se compromete financeiramente com o sucesso do projeto, com parte da remuneração vinculada ao cumprimento de metas e prazos estabelecidos. O formato é especialmente atrativo para empresas que vão lançar produtos com orçamento mais enxuto e receiam investir sem ter previsibilidade sobre a entrega.

Inteligência artificial e foco em resultados

Em ambas as frentes, a IA entra como uma força de agentes especializados em discovery, desenvolvimento, testes, segurança e observabilidade, que aceleram cada etapa do ciclo. Os agentes executam e o time humano decide e mantém o ownership: as decisões e o controle permanecem com o time humano, cada código passa por análise automatizada de segurança e há rastreabilidade ponta a ponta, respondendo à exigência de auditabilidade e supervisão humana sobre o uso de IA no setor financeiro.

“Alocar um profissional e mantê-lo isolado, sem gestão e sem evolução, virou um modelo ultrapassado”, avalia Zanini. “Com gestão ativa, IA e indicadores bem definidos, garantimos que o talento continue crescendo e o cliente tenha mais previsibilidade na entrega. É uma relação em que os dois lados ganham.”

Sobre a FCamara: Ecossistema de tecnologia e inovação com mais de 18 anos de atuação, operações na Europa e no Reino Unido, e mais de 1.500 profissionais. Já atendeu mais de 1.000 empresas nos setores de varejo, saúde e mercado financeiro, e é certificada pelo Great Place to Work.

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