outubro 28, 2026

Planejamento de fim de ano impulsiona leasing operacional de TI, que pode reduzir custos em até 40%

CHG-MERIDIAN

Com a definição dos orçamentos para o próximo ano, modelo permite modernizar equipamentos, reduzir gastos operacionais e evitar a imobilização de capital na compra de ativos de tecnologia.

A reta final do ano é um período importante para as empresas revisarem seus orçamentos e definirem as prioridades de investimento para o próximo ciclo. Com a necessidade de manter a infraestrutura de tecnologia atualizada, reforçar a segurança digital e incorporar novas ferramentas, como soluções de inteligência artificial, os gestores precisam encontrar formas de equilibrar a modernização dos equipamentos com o controle de custos. Nesse cenário, o leasing operacional de TI surge como uma alternativa à compra tradicional, permitindo que as empresas utilizem equipamentos atualizados sem comprometer recursos que poderiam ser destinados a outras prioridades do negócio.

A CHG-MERIDIAN, especialista global em tecnologia como serviço por meio do modelo technology2use, estima que a adoção do leasing operacional pode gerar uma economia de 20% a 40% nos custos totais de propriedade dos equipamentos. A redução está relacionada a fatores como a gestão do ciclo de vida dos ativos, a substituição planejada das máquinas, a diminuição de interrupções causadas por equipamentos defasados e a gestão dos processos de recolhimento e destinação ao fim do contrato.

Para Gabriela Monastero, vice-presidente de vendas da CHG-MERIDIAN no Brasil, o planejamento orçamentário é uma oportunidade para as empresas reavaliarem a forma como investem em tecnologia. “A compra de equipamentos ainda é vista por muitas empresas como o caminho natural, mas é importante avaliar o custo total envolvido durante todo o ciclo de vida dos ativos. Além do valor de aquisição, é preciso considerar os custos de manutenção, suporte, atualização e descarte ao longo de toda a vida útil dos ativos. Com o leasing operacional, a empresa consegue ter maior previsibilidade de despesas e preservar o caixa para investimentos diretamente ligados aos seus objetivos de negócio”, afirma.

Outro ponto importante é o momento de renovação dos equipamentos. Manter computadores, servidores e dispositivos móveis por mais tempo do que o recomendado pode parecer uma forma de economizar, mas essa decisão tende a elevar os gastos com manutenção e suporte, além de comprometer a produtividade das equipes e aumentar os riscos relacionados à segurança da informação. Por isso, definir ciclos de utilização adequados a cada tipo de equipamento é uma decisão que deve levar em conta fatores como desempenho, criticidade, condições de uso e requisitos de segurança.

Na prática, os ciclos de renovação variam conforme o tipo de ativo, sua finalidade e as necessidades da operação. Tablets e smartphones costumam ter ciclos de renovação de 24 meses, enquanto notebooks geralmente são substituídos a cada 36 meses. Para desktops, o intervalo pode variar de 36 a 48 meses. Já servidores e equipamentos de rede podem ter ciclos de 48 a 60 meses, dependendo das condições de uso e das exigências da operação.

O leasing operacional também pode contribuir para uma gestão mais eficiente dos equipamentos ao final do contrato. Nesse modelo, a CHG-MERIDIAN gerencia o retorno dos ativos e os processos de tratamento e destinação, incluindo a exclusão segura de dados e o encaminhamento dos equipamentos para reutilização ou reciclagem, conforme suas condições. A prática contribui para a segurança das informações corporativas e para o melhor aproveitamento dos recursos, em linha com os princípios da economia circular.

“Quando a empresa passa a considerar todo o ciclo de vida da tecnologia, a decisão deixa de se concentrar apenas na aquisição dos equipamentos e passa a envolver aspectos financeiros, operacionais e ambientais. Esse planejamento contribui para uma gestão mais eficiente dos ativos, maior previsibilidade de custos e decisões de investimento mais alinhadas aos objetivos do negócio”, conclui Gabriela.

Sobre a CHG-MERIDIAN

Fundada em 1979, na Alemanha, a CHG-MERIDIAN é uma das líderes globais em arrendamento e gestão do ciclo de vida de tecnologias para os setores de TI, indústria e saúde. Presente em mais de 30 países, incluindo o Brasil, e atuando de forma independente de bancos e fabricantes, a companhia oferece soluções baseadas no uso ao invés da propriedade, proporcionando às empresas eficiência financeira, modernização contínua das operações e práticas de sustentabilidade. Seu portfólio abrange leasing operacional, gestão digital de ativos e serviços como exclusão certificada de dados e recomercialização segura, aplicando princípios da economia circular em todas as etapas. Globalmente, administra um portfólio de €12,6 bilhões em ativos tecnológicos (2025).

Mais resultados...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors